Deputado recorre a governo para que não haja aumento de impostos

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Desde 2017, o Deputado Estadual, Milton Hobus (PSD) acompanha a situação dos empresários do setor de varejo e que comercializam perfumaria, cosméticos. Após um pedido de distribuidores do setor, Hobus lidera mobilização junto ao governo do Estado para que não haja aumento na tributação da categoria. De acordo com Milton Hobus é uma prerrogativa do governador, Raimundo Colombo não aumentar impostos em Santa Catarina. “Estive pessoalmente com o governador, hoje para reforçar que isso não pode acontecer,”destacou.

Hobus salientou ainda que se os empresários do Simples Nacional e que atuam em Santa Catarina tiverem esse aumento, muitas empresas podem falir. “Vai gerar problema para a economia e desemprego em farmácias e mercados de pequeno porte.” disse.

A preocupação do setor e do parlamentar que conta com o apoio do Deputado Estadual, Darci de Matos (PSD), líder do governo e que preside a Frente Parlamentar do Varejo, na Alesc, se reuniram com representantes de Federações do setor empresarial, como Fecomércio, FCDL, Fampesc, Facisc entre outras entidades. Também participou do encontro realizado na Alesc, o vereador de Penha, no Litoral Norte, Silas Antonietti, que acompanha o dono de farmácias no município, Luiz Carlos.

Diante disso, Milton Hobus recorreu a Secretaria de Estado da Fazenda. Em reunião na tarde de hoje, (07) foram apresentados dados que compravam o prejuízo ao setor com o Decreto que passa a valer este ano com a retomada dos impostos. O secretário, Renato Dias Marques de Lacerda recebeu a comitiva, ouviu os pedidos, com os materiais apresentados se comprometeu a apreciar todos os documentos entregues. “Pra nós, as notas fiscais falam muito e vamos avaliar com a equipe técnica para não cometer injustiça,” considerou.

Para o comerciante do Litoral Norte, o Decreto que passou a valer no dia 01 de Janeiro, de 2018 coloca em risco os pequenos empreendedores. “Se não for revogado o Decreto pode ser que eu tenha que fechar mais farmácia,” destacou.

Conforme o representante das distribuidoras de medicamentos, Lotar Dieter Maas, existe uma concorrência desleal entre os que estão inseridos no Simples Nacional e os Gigantes que tem se instalado no Estado e isso pode afetar cerca de 2 mil farmácias que operam em Santa Catarina no sistema ou são familiares. “Com aumento na carga tributária vamos quebrar,” ressaltou.

Atualmente, Santa Catarina possui cerca de 3,3 mil estabelecimentos farmacêuticos em funcionamento. Mas o aumento de impostos para o setor pode atingir ainda mercados e mercearias de pequeno porte.

 Assessoria

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